A competição no mercado de trabalho atualmente está sendo comparada a uma grande guerra por dominação do espaço. Nesse campo de batalha ganham dois grupos bem definidos: os apadrinhados e os proativos. As empresas e entidades que buscam o profissionalismo nas suas ações querem colaboradores comprometidos, ideias, solução para os problemas.
Não há mais espaço para pessoas acomodadas, que fazem suas atividades rotineiras com base em uma pauta definida pela chefia. O que se busca hoje é o profissional proativo. Aquele que não se preocupa com o relógio, com a jornada determinada no contrato de trabalho nem com as atividades desenvolvidas pelo colega do lado ou de outros setores. O proativo desempenha suas tarefas com competência, formula novos projetos, sugere ações para sucesso da empresa e sabe trabalhar em equipe, pois conhece a força que há em um grupo unido.
As contratações no Brasil estão avançando. E, com isso, aumenta a exigência dos contratantes. Para entrar no competitivo mercado de trabalho os profissionais devem pensar em como especializar-se, na qualificação profissional, em projetos que beneficiam, ao mesmo tempo, a empresa, o meio ambiente e a sociedade.
Em tempos de guerra, busca-se também a paz. A inteligência emocional é ingrediente fundamental àqueles que buscam o sucesso e o crescimento na profissão. Se há uma crise na empresa, calma. Para ruídos no ambiente de trabalho, sabedoria. Desafios com atrasos nos fornecedores, firmeza nas negociações. Posturas baseadas no equilíbrio das emoções facilitam a comunicação interna e com o público externo. Aumentam a produtividade individual e, ainda, movimentam grande crescimento das equipes, pois onde há harmonia, encontra-se o sucesso.
Ana Luísa Marçal
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